Wednesday, 18th October 2017
18 outubro 2017

Corridas de Velocidade

Histórico das Provas – Masculino

100 metros – Masculino – Na era moderna não existe um registro preciso de quando esta prova começou a ser disputada, já que os ingleses (a quem se deve a renovação dos esportes atléticos) disputavam a prova de 100 jardas (91,40m); ainda assim existe um tempo de 11.0, atribuído ao inglês William McLaren, registrado em Haslingden em 27 de julho de 1867.
Quando da criação da IAAF (1912), foi considerado como recorde inicial o tempo de 10.6, obtido por Donald Lippincott em Estocolmo em 6 de julho de 1912, na final V Olimpíada.
No Brasil, o primeiro recorde reconhecido foi do atleta GIL DE SOUZA, vencedor do I Campeonato Brasileiro em 1925, com o tempo de 10.8

200 metros – Masculino- Esta disciplina é provavelmente a mais antiga de todas as provas atléticas, já que a primeira corrida que se disputou nos Jogos Olímpicos da Antiguidade, o “stadion”, media mais ou menos 600 pés gregos, o que equivale sensivelmente aos nossos modernos 200 metros.
O vencedor da primeira Olimpíada (776 a.C.) foi Korebos de Elis. O primeiro recorde de que se tem notícia está creditado ao inglês William Collett, que em 24 de novembro de 1866, em Londres, correu as 220 jardas (201,16m) em 23 segundos cravados.
Já na era da IAAF, a primeira marca registrada pertence a William Applegarth, da Grã-Bretanha, que marcou 21.2 também nas 220 jardas, em Londres, em 4 de julho de 1914.
No Brasil, o primeiro recorde reconhecido também foi do atleta GIL DE SOUZA, vencedor do I Campeonato Brasileiro em 1925, com o tempo de 23.0.

400 metros – Masculino – Os 400 metros estão, em antiguidade, na mesma linha dos 200 metros, pois o “diaulus” ou duplo “stadion” começou a ser disputado na 14ª Olimpíada da antiguidade, ou seja, em 724 a.C. Esta distância era de mais ou menos 385 metros.
Na Era Moderna, o primeiro recorde registrado é o do inglês Henry Harrison, que em 15 de junho de 1861, em Londres, marcou 50.5 para as 440 jardas (402,33m)
O primeiro recorde da IAAF pertence ao norte-americano Charles Reidpath, que em 13 de julho de 1912, em Estocolmo, marcou 48.2 na final da V Olimpíada.
No Brasil, o primeiro recorde reconhecido foi do atleta NARCISO V. COSTA, vencedor do I Campeonato Brasileiro em 1925, com o tempo de 50.6.

 Histórico das Provas – Feminino

100 metros – Feminino- Nos anos 20 começou a disputar-se uma corrida de 80 metros com barreiras de 84cm, prova que se manteve no programa feminino até meados dos anos 60, quando foi substituída pela dos 100 metros, com a mesma altura das barreiras.
Os 80 metros com barreiras entraram nos Jogos Olímpicos em 1932 e mantiveram-se até 1968; em Munique, em 1972, foram substituídos pelos 100 metros.
A britânica Mary Rand foi a primeira recordista desta prova, marcando 14.3 em 10 de setembro de 1966, em Cardiff. Porém, a IAAF só reconhece como seu primeiro recorde a marca de 13.3, da alemã de Leste Karin Balzer, em Varsóvia em 20 de junho de 1969.
No tempo dos 80 metros com barreiras, o Brasil teve uma atleta de grande nível internacional, Wanda dos Santos, inúmeras vezes campeã e recordista sul-americana, e que foi Olímpica em Helsinque em 1952, onde atingiu as semifinais, conseguindo o recorde sul-americano, e em Roma em 1960, então já em final de sua carreira.
No Brasil, o primeiro recorde reconhecido foi da atleta ERICA VOGT, vencedora da Seletiva de Adultos em São Paulo, em 1969, com o tempo de 16.8.

200 metros – Feminino – A primeira marca conhecida é de 30.6, de Agnes Wood, EUA, de 17 de maio de 1903 em Poughkeepsie, e a primeira oficialmente reconhecida de Marie Mejzlikova, da Tchecoslováquia, que em Paris, em 21 de maio de 1922, marcou 28.6.
A prova só foi incluída no programa olímpico em 1948, em Londres, sendo vencida por Fanny Blankers-Koen, a famosa holandesa voadora, vencedora de 4 medalhas de ouro nesses Jogos.
No Brasil, o primeiro recorde reconhecido foi da atleta ELIZABETH CLARA MULER, vencedora do I Campeonato Brasileiro em 1940, com o tempo de 26.8.

400 metros – Feminino – Esta prova só foi incluída no programa olímpico em 1964 em Tóquio.
A primeira marca conhecida é de 1:12.5 e pertence à sueca Berit Hjulhammar, em Estocolmo, em 13 de setembro de 1914, e o primeiro recorde oficial a australiana Marlene Mathews-Willard, que marcou 57.0 em 6 de janeiro de 1957, em Sydney.
No Brasil, o primeiro recorde reconhecido foi da atleta IRENICE MARIA RODRIGUES, vencedora do Campeonato Regional do Rio de Janeiro em 1967, com o tempo de 53.9.

FONTE: CBAt – Confederação Brasileira de Atletismo

 

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Professor (aposentado) na Rede Pública de Ensino do Distrito Federal. Especialista em Informática na Educação (UnB), Coordenação Pedagógica (UnB). Tem realizado diversas palestras em instituições pública e particulares com uma variedade de temas: Avaliação das Aprendizagens, Uso das TICs na Escola, Inteligências Múltiplas e o processo de Ensino e Aprendizagem, Atividades Lúdicas em Sala de Aula, Legislação Educacional; Uso do Livro Didático, entre outros.

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