Wednesday, 18th October 2017
18 outubro 2017

A educação tem 53% das obras federais parada – Notícias – UOL Educação

Mais da metade dos trabalhos relacionados com o equipamento educacional bancados pelo governo federal custa ao País ou ainda não começou. Novos prédios escolares e reformas, que estão atrasadas, em alguns casos, há mais de três anos. Existem atualmente cerca de 14,5 mil obras, de tipo está na fila para a construção, mas apenas 6.874 deles trabalham (47%). Entretanto, apenas 1 em cada 4 crianças brasileiras com menos de 4 anos de idade frequentam o jardim de infância.

Os dados que anteriormente não foram tabulados pela elaboração de relatórios através do Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec), a plataforma de suporte do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Cerca de 28,5 mil obras pactuadas pelo governo federal, 11,4 mil foram concluídos, 2,4 mil estão concluídos ou pendentes (com contrato com o governo federal cortou até o término do trabalho), cerca de 1,6 тыс. totalmente paralisado e 6 mil ainda não tiveram início.

Um atraso em todo o País foi sublinhada pelo ministro da Educação, Mendoza, disse no início do mês, em Pernambuco, que as autorizações para o trabalho atualmente mais de us$ 10 bilhões. “Em homenagem a estes compromissos, estamos de seis a sete anos”.

O principal gargalo em creches do programa Proinfância, bandeira do governo Dilma Rousseff. Há cerca de 500 edifícios, nesta linha, entraram em um beco sem saída. A partir de 2007, apenas cerca de 3 mil dos 8 mil prometidas foram entregues. O programa alvo de auditorias ao Tribunal de Contas da União (TCU).

A cidade de São Paulo tem nove unidades em um beco sem saída, principalmente, em áreas remotas e com grande demanda por creches. Há ainda outros 74 obras não iniciadas – 8 deles já com os recursos recebidos do FNDE. Na câmara municipal, disse, em nota, que “todas as obras são uma prioridade e será retomado este ano com recursos municipais e federais”.

Exemplos – Na Rua Domingos Delgado, em Villa Franca, zona norte da capital, um enredo chato moradores da região, pois acumula mato alto, lixo. O trabalho do jardim de infância, agora paralisado, foi o edital, publicado em julho de 2014, mas até agora a construção foi de apenas 42% do total, a previsão de entrega até o final do ano. A construção consumiu r$ 1,2 milhão dos cofres públicos federais.

A poucos metros dali, a estudante Gabriele Victoria Marques, de 15 anos, passa o dia cuidando do irmão Leonardo, de 1 ano e 4 meses, enquanto a mãe sai para o trabalho. “Minha mãe já tentou colocá-lo em outro jardim de infância e não conseguiu. E é a partir daqui, na rua só fica na promessa”, reclamou. Devido a rotina, a menina vai para a escola de manhã, às 9 ano do ensino médio, mas não pode aprender em casa. “Eu não tenho tempo de fazer nada, só para cuidar do menino”, disse ele.

Na mesma rua, vive a dona Sandra Maria Clemente da Silva, de 21 anos, com três filhos pequenos. A mais velha, Jennifer, de 4 anos, e não conseguiu canil, e agora tenta a sua aprendizagem na pré-escola, que atende crianças de 4 e 5 anos. Irmãs mais novas – Anna Lorena, de 1 ano e 9 meses, e Sofia, de 3 meses, dividem a atenção da mãe. “Eu tentei fazer o registro em outras creches, mesmo aqueles que estão mais longe, mas até agora não fui chamada”, disse ela, que ainda não conseguiu um emprego por causa das dificuldades em cuidar de crianças.

Para O Guarujá – O outro é o “esqueleto” da federal, situado na Rua Rick Dalton, no Jardim Santa Fé. De acordo com o FNDE, o caso é de 73% de execução, e está previsto para ser inaugurado no final do ano, embora o decreto foi publicado em julho de 2014.

Lá, a dona de casa Gisele Henrique de Oliveira, de 33 anos, já cansado de esperar, por uma vaga para o sobrinho Enzo Henry, a partir de 3 anos. Devido a esse problema, o menino viaja periodicamente Guarujá, onde vive a mãe, quando a tia não pode ficar com ele.

Informações do jornal o Estado de são Paulo.

Professor (aposentado) na Rede Pública de Ensino do Distrito Federal. Especialista em Informática na Educação (UnB), Coordenação Pedagógica (UnB). Tem realizado diversas palestras em instituições pública e particulares com uma variedade de temas: Avaliação das Aprendizagens, Uso das TICs na Escola, Inteligências Múltiplas e o processo de Ensino e Aprendizagem, Atividades Lúdicas em Sala de Aula, Legislação Educacional; Uso do Livro Didático, entre outros.

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